3 de março de 2013

ESTRANGEIROS MOVIMENTAM O MERCADO DE TURISMO NO MAIOR CENTRO FINANCEIRO DO BRASIL


Com o crescimento do número de estrangeiros no Brasil, pequenas empresas estão criando roteiros especiais e tours personalizados para este público. Os empresários investem em modelos de hospedagem atraentes e confortáveis para conquistar mais clientes. São Paulo é a cidade que mais recebe estrangeiros no Brasil. São dois milhões de turistas por ano, de todas as raças e partes do mundo. Eles se impressionam com a grandeza da cidade, mas também buscam diferenciais e aconchego na hora de se hospedar.

Ao lado de prédios e avenidas movimentadas, a pousada de Lúcia Amarante parece um oásis no meio da agitação de São Paulo. É uma casa com jeito de interior para um público específico: 70% dos hóspedes são estrangeiros que se encantam com o lugar.

A pousada existe há 32 anos. A empresária e o filho Thiago uniram duas casas e fizeram 32 quartos no estabelecimento. O local é simples e agradável: tem fonte, plantas, madeira de demolição, coleta seletiva de lixo. Tudo o quê o estrangeiro valoriza, garantem os empresários.

“Eles apreciam muito a cultura brasileira, tem muita coisa aqui que nós temos de bom que, às vezes, a gente não dá valor, e eles de fora dão valor. Um público que tem uma postura também muito educada. São muito certinhos, então, dificilmente, se eles fazem uma reserva, eles não cancelam, não entram em contato depois. Então, se torna um público fácil para você trabalhar”, diz Lúcia.

A diária custa a partir de R$ 182 e inclui café da manhã feito na medida para os exigentes hóspedes. Quase todos os produtos são orgânicos, cultivados sem agrotóxicos. “Eles gostam bastante pela variedade que a gente tem, principalmente, das frutas. Os produtos, a maioria que são feitos aqui, como essa farofa de bolo, tem os pães, bastante suco de frutas, iogurte natural”, explica Thiago Amarante.

Para a empresária, o fato de ser uma pousada urbana, no coração de São Paulo, chama a atenção do estrangeiro.

O turista inglês Jon Roper diz que escolheu a pousada porque queria uma experiência tipicamente brasileira, com um ambiente menor e amigável, diferente dos grandes hotéis que se encontram em qualquer lugar do mundo.

Para montar um negócio como este, os empresários calculam um investimento de mais de R$ 2 milhões. A maioria dos estrangeiros descobre a pousada pelo site ou através do boca a boca. A pousada recebe hóspedes o ano inteiro, principalmente no segundo semestre, quando a taxa de ocupação dos quartos é de mais de 80%.

“Nós estamos inaugurando, a partir do ano que vem, uma filial aqui perto. Existe muita procura para longa estadia”, revela Lúcia.

Veja toda reportagem e o vídeo no site do programa "Pequenas Empresas Grandes Negócios": g1.globo.com

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios.

2 comentários:

  1. Rather strange that north America and south America have so little to do with each other. Your posts are very informative.

    ResponderExcluir
  2. Red, muito obrigado pelo comentário. Abraços!!!

    ResponderExcluir