26 de março de 2013

DORES DO INDAIÁ EM FOTOS


Para promoção e divulgação dos atrativos turísticos de Dores do Indaiá, município que se localiza no centro-oeste de Minas Gerais, o Folha do Indaiá escolheu de forma aleatória dez atrativos que turistas e comunidade local podem apreciar, sendo que grande maioria deles de forma gratuita. Esses pontos foram escolhidos devido a relevância histórico-cultural para a cidade e também para a região como um todo. De início o Folha do Indaiá agradece as informações cedidas pelo Circuito Turístico Caminhos do Indaiá através do Inventário da Oferta Turística, além das fotos que foram colhidas de vários sites da internet que expõe as belezas naturais e cultuais da cidade. É importante ressaltar que essa postagem atenta somente aos atrativos antrópicos, pois se colocássemos os atrativos naturais, a postagem seria muito extensa.

1 - Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores: A edificação foi inaugurada, em 1921. Os alicerces da Igreja foram assentados, nos últimos anos do século XIX, mas a edificação só chegou a ser erguida, nas décadas seguintes. Com a inauguração, o novo templo passou a ser a matriz da cidade, substituindo a Igreja de São Sebastião, que ocupou essa posição, desde 1832. Esse prédio é uma construção suntuosa no conjunto da pequena praça, onde está localizado, da qual é a principal edificação. Foi construído em estilo neoclássico, com torre única, apresentando linhas harmoniosas e amplo espaço interno. Há imagens antigas, das quais não se pôde precisar a idade, da Virgem Maria, do Senhor dos Passos e de Nossa Senhora da Aparecida. As quatro imagens do altar-mor, são também antigas, tendo sido restauradas recentemente. O piso de cerâmica trabalhada é original, à exceção do altar-mor, fixado contemporaneamente. Há vitrais simples, em cor única. Nas paredes laterais, foi colocada representação moderna da Paixão de Cristo. As escadas de madeira que levam ao coro e à torre parecem ser originais. O estado de conservação da Igreja é muito bom.


2 - Castelo Indaiá: O Castelinho como é conhecido é o maior complexo de eventos e atividades festivas da cidade. O equipamento localiza-se ao lado do município, as margens da rodovia MG - 176. O Castelo Indaiá é também conhecido por “Castelinho” e o projeto original previa um hotel fazenda. Hoje, ele é quase exclusivamente utilizado para a realização do Reveillon. Esta festa é realizada no local desde 2005 e já se tornou um dos eventos mais tradicionais da região, freqüentado por pessoas de várias cidades e até de outros estados. O Castelinho é muito apreciado pelos turistas, pela sua suntuosidade, embora não seja aberto a visitações.


 3 - Praça dos Coqueiros: A praça fica em uma das primeiras ruas da cidade, a rua Coronel Alexandre, que é feita de paralelepípedos. A praça dos Coqueiros é bastante charmosa, com bancos e muitos coqueiros (daí o nome), além de uma grande cruz de madeira no centro, com algumas peças representando os suplícios de Jesus. Esta cruz foi reformada a poucos anos. A praça foi fundada em 1863, pelo missionário italiano Frei Paulino.


 4 - Escola Estadual "Francisco Campos": O prédio apresenta características arquitetônicas da primeira metade do século XX. Trata-se de edifício suntuoso, em estilo eclético, de dois pavimentos, com fachada impressiva e escadaria de mármore. O interior é bastante amplo, com piso antigo de cerâmica trabalhada, escadas internas de mármore e grades de ferro. Há uma construção anexa, também antiga, denominada Classes Anexas, onde atualmente funciona a Secretaria da escola e local onde funcionou, por muitos anos, o Pensionato.


5 - Cristo do Alto da Capelinha: Local de vista privilegiada, onde se observa boa parte do perímetro urbano e rural de Dores do Indaiá. A região é ponto de encontro de jovens e adolescentes de todas partes do município.


6 - Praça Lacerda: Existem bancos, árvores e quadras de areia. Não já jardins planejados. Há um monumento em forma de “100”, construído em 1985, quando a cidade completou 100 anos. A praça é o local que deu origem a Dores do Indaiá. Ali, existia uma capela antiga, de São Sebastião, que foi demolida em 1937. Ao redor da capela, foram surgindo as primeiras casas em estilo colonial. Boa parte delas estão bem preservadas.


7 - Igreja de Nossa Senhora do Rosário: A Igreja está em bom estado de conservação, tanto interno, quanto externo, construída em estilo arquitetônico moderno. Esse templo cristão também possui um alto-falante que “chama” a população para as missas e reproduz o badalar do sino, ao longo das horas. O acesso principal se dá em frente à praça de mesmo nome, por uma escada. A igreja está submetida à Paróquia Nossa Senhora das Dores - Diocese de luz – que é datada de 1805. Durante a Festa do Rosário, é nessa igreja que acontecem as principais orações, sendo o “palco” do evento, concentrando grande quantidade de pessoas.


8 - Praça Cívica: A praça é tradicional local de esporte de lazer da comunidade local e ao seu redor, além da Escola Estadual Francisco Campos, há dois postos de gasolina, o scotch bar Rua 15 (sede da antiga Rádio Cultura), um hotel  e um restaurante. O nome da praça é uma homenagem ao historiador dorense Waldemar de Almeida Barbosa.


9 - Escola Estadual "Dr° Zacarias": O prédio da escola de estilo clássico é da década de 1930, e foi mandado construir por Francisco Campos. O local está bem preservado, tendo 15 salas de aula, biblioteca, sala de recursos, sala de oficinas pedagógicas, secretaria, diretoria, sala de professores, sala multimídia e salão. 


10 - Prefeitura Municipal de Dores do Indaiá: A edificação foi erguida, na primeira metade do século XX. Nesse prédio de dois pavimentos funcionou, até 1983, a cadeia pública da cidade. Naquele ano, o estabelecimento foi transferido para outro local e a edificação passou a sediar a Prefeitura Municipal de Dores do Indaiá. O fato de ter sido originalmente uma cadeia provoca, no interior do prédio, a curiosa situação de que as antigas celas e instalações carcerárias abriguem hoje as salas de trabalho da administração municipal. Boa parte das características originais da construção foi mantida, tais como a fachada principal, as escadas de mármore, o piso de cerâmica trabalhada, as janelas gradeadas e o pátio interno, onde foi plantada uma palmeira. A antiga cela de castigo, conhecida como “corró”, foi também mantida. As portas antigas foram substituídas, mas uma delas permanece intacta – essa é externa feita de ferro e madeira, bastante pesada, que, no passado, separava a área interna da cadeia do quintal. O pé direito é alto; as paredes são grossas e a fachada principal é majestosa, apresentando quatro colunas centrais, encimadas por um pináculo decorado; uma escada de mármore de acesso ao prédio; três portas centrais e várias janelas. O conjunto está pintado em tom vermelho claro e é ornado por duas árvores plantadas ao lado da entrada principal.



Fonte: Inventário da Oferta Turística de Dores do Indaiá elaborado pelo Circuito Turístico Caminhos do Indaiá.

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